O Código dos Contratos Públicos (CCP) foi publicado esta semana no Diário da República. O diploma, que estabelece a disciplina aplicável à contratação pública e o regime substantivo dos contratos públicos que revistam a natureza de contrato administrativo, foi aprovado pelo Decreto-Lei nº 18/2008, de 29 de Janeiro, entrando em vigor passados seis meses sobre esta data. Contudo, as empreitadas de obras públicas só passarão a ter de ser obrigatoriamente lançadas on-line com carácter obrigatório um ano após a vigência do próprio Código.Este documento, recorde-se, agrega diplomas que estavam dispersos na legislação portuguesa e vem reformar a contratação pública no País, tendo sido, ao longo do seu complexo e demorado processo legislativo, alvo de diversas críticas por parte da FEPICOP-Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas, que não revê em alguns dos seus preceitos nem o tão propalado objectivo do Governo de definir com mais clareza o papel das empresas e do Estado nesse domínio, nem a realidade do mercado do Sector.O regime previsto para os preços anormalmente baixos e para os erros e omissões dos projectos, as regras relativas aos concursos limitados com prévia qualificação, a possibilidade de recurso ao ajuste directo em algumas obras até um milhão de euros, o conceito de preço base e o limite dos trabalhos a mais foram alguns dos aspectos contestados pela Federação durante a elaboração do Código.Atenta a nova realidade que o CCP representa para todos os agentes que com ele terão de trabalhar, a AECOPS está a preparar um conjunto de sessões de esclarecimentos sobre o mesmo, cujo calendário será oportunamente divulgado.
quarta-feira, janeiro 30, 2008
Código dos Contratos Públicos já foi publicado
O Código dos Contratos Públicos (CCP) foi publicado esta semana no Diário da República. O diploma, que estabelece a disciplina aplicável à contratação pública e o regime substantivo dos contratos públicos que revistam a natureza de contrato administrativo, foi aprovado pelo Decreto-Lei nº 18/2008, de 29 de Janeiro, entrando em vigor passados seis meses sobre esta data. Contudo, as empreitadas de obras públicas só passarão a ter de ser obrigatoriamente lançadas on-line com carácter obrigatório um ano após a vigência do próprio Código.Este documento, recorde-se, agrega diplomas que estavam dispersos na legislação portuguesa e vem reformar a contratação pública no País, tendo sido, ao longo do seu complexo e demorado processo legislativo, alvo de diversas críticas por parte da FEPICOP-Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas, que não revê em alguns dos seus preceitos nem o tão propalado objectivo do Governo de definir com mais clareza o papel das empresas e do Estado nesse domínio, nem a realidade do mercado do Sector.O regime previsto para os preços anormalmente baixos e para os erros e omissões dos projectos, as regras relativas aos concursos limitados com prévia qualificação, a possibilidade de recurso ao ajuste directo em algumas obras até um milhão de euros, o conceito de preço base e o limite dos trabalhos a mais foram alguns dos aspectos contestados pela Federação durante a elaboração do Código.Atenta a nova realidade que o CCP representa para todos os agentes que com ele terão de trabalhar, a AECOPS está a preparar um conjunto de sessões de esclarecimentos sobre o mesmo, cujo calendário será oportunamente divulgado.
segunda-feira, janeiro 28, 2008
Empresas apostam forte no conceito Second Life
O mundo virtual do Second Life tem verificado um crescimento acentuado nos últimos anos, antevendo as suas potencialidades como plataforma de comunicação e simulação. Prevê-se que este crescimento continue a sentir-se e se desenvolvam cada vez mais funcionalidades e ferramentas direccionadas para este conceito de virtualização da realidade.
É importante que, a par da tecnologia, a sociedade faça um esforço para analisar os benefícios que podem ser gerados através da incorporação deste novo conceito de informação.
ver aqui.
Lisboa: Concurso ideias para Parque Mayer recebeu 30 propostas
O júri do concurso, presidido pelo arquitecto Nuno Teotónio Pereira, deverá tomar uma decisão dentro «duas a três semanas», prevê Manuel Salgado, apesar de não existir um calendário fixo para a tomada de decisão.
«Após a decisão, julgo que em um mês teremos condições para apresentar em Câmara os termos de referência para o plano de pormenor«, afirmou o vereador.
Num processo à parte, está igualmente a decorrer o concurso público de engenharia e arquitectura para a reabilitação do teatro Capitólio, conforme o projecto original do arquitecto Cristino da Silva.
«O arranque do plano de pormenor vai coincidir com a escolha da equipa que vai reabilitar o Capitólio», acrescentou Manuel Salgado.
Os projectos apresentados ao concurso de ideias incidem sobre a área que compreende os edifícios do Parque Mayer, do Jardim Botânico, da antiga Escola Politécnica e área envolvente. No total, são cerca de 14 hectares, numa zona delimitada pelas ruas do Salitre, Nova de São Mamede, da Escola Politécnica, Praça do Príncipe Real, Calçada da Patriarcal, Rua da Alegria, Praça da Alegria e Travessa do Salitre.
Os projectos devem promover a «valorização e dinamização do espaço do Parque Mayer e do jardim Botânico» e prever a «criação de um conjunto de infra-estruturas culturais, complementares do Cine-Teatro Capitólio».
25-01-2008 18:05:00
quinta-feira, janeiro 24, 2008
Adopting BIM for facilities management

The second industry report to be developed from the Sydney Opera House FM Exemplar project series,the report provides a comprehensive overview of the digital modelling research stream of the project led by John Mitchell, principal of the consulting company CQR Pty Ltd and consultant to Construction Innovation's research partner CSIRO, which focuses on the application of Construction ICT, specialising in BIM and open standard model sharing such as IFC.
This research demonstrates significant benefits in digitising design documentation and operational and maintenance manuals and focuses on:
- Re-usability of standardised BIM for FM purposes
- Potential of BIM as an information framework acting as an integrator for various FM data sources
- Flexibility of BIM to cope with business-specific data and requirements
- Commercial FM software using standarised BIM
- The ability to add (organisation-specific) intelligence to the model
- A roadmap for Sydney Opera House to adopt BIM for FM.
quinta-feira, janeiro 17, 2008
Asite Project Workflow wins award for Best Construction Process Management

Asite and Grosvenor won the IT showcase award 2007 in the Best Construction Process Management category for their exceptional performance on the Liverpool Paradise Street Area (PSDA) Project.
Asite was deployed in the early stages of planning, at Grosvenor's request, to enable the project teams to share information during the multiple planning applications. As the project has grown, Asite Project Workflow was implemented in a hierarchical structure whereby a top-level Masterplan Site allowed the overall scheme information to be available to all members of the project team.
Implementation of Project Workflow enabled the project teams to manage the end-to-end processes more successfully. Adoption of PWF allowed more time to agree to any outstanding protocol issues and for the use of the technology to become habitual prior to the onset of the Stage D phase.
The flexibility of PWF to accommodate the complexity of the project and to define an appropriate structure was essential in the ongoing management of each phase of development.
The ability to report across multiple repositories facilitated the management of the scheme's complexity in a straightforward and simple manner.
quinta-feira, dezembro 27, 2007
Venda de bilhetes da CP
Entro no IC. O lugar ao meu lado está ocupado até Vila Franca de Xira, o resto da viagem (até ao Porto) faço-a sem ninguém ao lado.
Esta situação fez-me pensar um pouco no processo de venda de bilhetes da CP. A questão parece-me pertinente, não deveria existir uma optimização da venda dos bilhetes? Para além das questões usuais como lugares de frente ou de costas, à janela ou no corredor, não deveria haver um outro critério de selecção?
Esta questão tem uma resposta simples, que é a que, efectivamente, o sistema de venda de bilhetes poderia ser optimizado. Um passo simples seria a introdução de uma nova cor no interface de venda de bilhetes. Por exemplo, a verde estariam os lugares livres, a vermelho os lugares ocupados e a laranja os lugares preferenciais. Em termos de optimização estes lugares laranja indicariam os lugares com viagem mais curta adequados à viagem pretendida.
A optimização poderia ser posteriormente mais aprofundada, podendo até calcular-se, a partir das possíveis vantagens da optimização, possíveis descontos nos bilhetes óptimos (especialmente na venda na internet).
António Aguiar da Costa
sexta-feira, novembro 30, 2007
Brisa certifica sistema de gestão da investigação, desenvolvimento e inovação
ver notícia completa em Jornal de Negócios
A este respeito é importante realçar outras empresas que possuem já sistema de gestão da IDI. E esperar que, em termos práticos, estes sistemas signifiquem avanços sucessivos nesta àrea.
segunda-feira, novembro 12, 2007
Sistema de autocarros com rotas mais identificaveis

O autocarros são identificados por um número, suficiente para alertar qual a sua rota aos atentos passageiros que esperam na estação, no entanto, este número possui fragilidades quando está em causa a informação perante qualquer transeunte, ou até uma informação a distância mais considerável. A necessidade de informar qualquer transeunte pode, a meu ver, representar um alerta importante para as potencialidades do serviço.
Nenhum de nós se identificará perante outra pessoa através do seu número BI, e a forma de vestir e de falar é preponderante no efeito produzido sobre a outra pessoa porque dá uma ideia da forma de ser, de agir e até dos próprios interesses. É esta maior proximidade e facilidade de identificação que está em causa. A identificação dos autocarros deve ser mais simples, mais intuitiva e implicar a criação de um maior carisma perante todos. Qualquer transeunte deve, aos poucos, familiarizar-se com os autocarros que se movimentam nos trajectos que usualmente faz para que, de forma gradual e natural, comece a familizarizar-se com a rotas que lhe poderão ser úteis. Este conhecimento gradual é estimulado não pela identificação dos autocarros com números, que dificilmente chamam à atenção ou são dificilmente memorizáveis, mas através de combinações de cores que poderão ajudar as pessoas a fazer as associações necessárias para, aos poucos, perceberem quais as rotas que lhes poderão ser uteis.
António Aguiar da Costa
Livro de Reclamações aplicável ao Sector da Construção

Trata-se de uma obrigação geral, para todos os fornecedores de bens ou prestadores de serviços que assenta nos seguintes pressupostos: existência de um estabelecimento físico, fixo ou permanente, o contacto directo com o público e o fornecimento de um bem ou prestação de um serviço.
Assim, os estabelecimentos das empresas de construção civil, de promoção imobiliária e de administração de condomínios encontram-se, agora, expressamente abrangidos por tais obrigações, sendo o InCI, IP, a entidade para a qual as reclamações deverão ser remetidas, enquanto entidade responsável pela fiscalização, instrução e aplicação de eventuais coimas e sanções acessórias decorrentes da violação das disposições legais.
O presente diploma entrará em vigor 60 dias após a sua publicação, isto é, no dia 05/01/2008.
ver aqui
sábado, novembro 03, 2007
sexta-feira, novembro 02, 2007
BIM na América
Como uma base central de armazenamento de informação e criação de conhecimento o BIM constitui um importante suporte à decisão e uma tecnologia que possibilita uma integração bastante abrangente do projecto, estando nos objectivos da GSA a aplicação efectiva do BIM às diversas fases do ciclo de vida dos empreendimentos, a par de outras àreas de desenvolvimento: faseamento 4D, laser scanning, energia, sustentabilidade, validação de movimentos e segurança.
quarta-feira, outubro 31, 2007
QREN - Incentivos às empresas

O Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 86/2007, de 3 de Julho de 2007, nos termos em que foi acordado entre as autoridades portuguesas e a Comissão Europeia, estabeleceu uma profunda reforma dos sistemas de incentivos orientados para o investimento empresarial no sentido de assegurar uma maior selectividade na sua gestão e com o objectivo de os concentrar nas prioridades definidas para um crescimento económico sustentado na inovação e no conhecimento.
Com aquela finalidade foram estabelecidos três sistemas de incentivos de base transversal: o Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico (SI I&DT), o Sistema de Incentivos à Inovação (SI Inovação) e o Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME (SI Qualificação de PME). Estes três sistemas de incentivos transversais poderão ser objecto de ajustamento específico em casos de comprovada necessidade para a concretização de determinadas estratégias de desenvolvimento, designadas de "estratégias de eficiência colectiva". No QREN, a estratégia relativa aos sistemas de incentivos para o investimento empresarial é concretizada através da intervenção do Programa Operacional Factores de Competitividade (investimentos de médias e grandes empresas) e dos Programas Operacionais Regionais do Continente (investimentos de micro e pequenas empresas).
ver mais aqui.
Guia de Boas Práticas para Avaliação Ambiental Estratégica (AAE)

Este Guia destina-se a ser utilizado pelos diversos sectores que em Portugal devem implementar os requisitos legais de avaliação ambiental de planos e programas, estabelecidos através do Decreto-Lei nº 232/2007 de 15 de Junho, que transpõe a Directiva Europeia 2001/42/CE de 25 de Junho.
segunda-feira, outubro 22, 2007
Últimos livros comprados
Gribbin, John (2005) História da Ciência - de 1543 ao presente, Publicações Europa-América, Lda (tradução Portuguesa)
Conhecer o desenvolvimento da história da ciência é inevitável para quem quer fazer ciência ou se interessa por ela.
O desenvolvimento das metodologias de investigação são, por exemplo, uma evidência da evolução do processo de fazer ciência, e estão subjacentes a qualquer descoberta ou inovação actual. Hoje em dia existem processos bastante rigorosos e precisos de investigação, facto que outrora era desvalorizado ou inexistente, sendo até muitas vezes influenciado por crenças e mitos, situação hoje em dia fora de questão.
Mas a história da ciência transmite-nos bastante mais informação para além desta. Possibilita, por exemplo, a formação de uma percepção evolucionária da ciência e das suas características complexas, que marcaram as grandes descobertas. A evidência de uma "mão invisível" (tal como Adam Smith percebeu existir na Economia) que surge naturalmente nos maiores enigmas e dificulta a interiorização de uma ciência completamente racional. Existe um equilíbrio inerente aos fenómenos que, talvez, nem sempre será possível definir a sua razão. A este respeito é interessante referir por exemplo a aplicabilidade da lei da potência a inúmeros fenómenos, entre eles à formação de avalanches, à distribuição de terremotos ou até aos crashes da bolsa! (ver mais aqui e aqui).
A história alerta-nos inevitavelmente para o carácter evolucionário da vida e, por isso, da ciência, tal como nos sensibiliza para a auto-organização crítica inerente a essa mesma evolução.
Miller, John H.; Page, Scott E. (2007) Complex adaptive Systems - An introduction to computational models of social life, Princeton, New Jersey
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Gribbin, John (2005) Deep simplicity: Chaos, Complexity and the Emergence of Life, Penguin Books, England
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quinta-feira, outubro 18, 2007
Inspired by nature
ver também TEDtalks
terça-feira, outubro 16, 2007
Conferência europeia sobre eLearning

Conclusão do novo aeroporto voa para 2027 se a opção for Alcochete
Contas feitas ao programa de trabalhos que a Naer, empresa responsável pelo projecto, tinha elaborado para a Ota, a conclusão que se extrai é que entre o estudo de impacto ambiental (cuja duração é de dois a três anos), estudos complementares e outros, lançamento do concurso, criação de um "lay-out", design e adjudicação da obra, decorreria um período de seis anos.
A construção pode demorar cerca de 10 anos e ainda há que contar com um período de testes, além das ligações ao TGV e da execução das assessibilidades terrestres. E por fim, o Governo teria que submeter a Bruxelas um novo pedido para os fundos comunitários, que foram inscritos a pensar na localização na Ota.
quarta-feira, outubro 10, 2007
Top Criteria for BIM Solutions
A realidade virtual como ferramenta de apoio à decisão, aplicada à concepção e manutenção de infra-estruturas
A realidade virtual permite que a decisão seja baseada na possibilidade de visualização de toda a infra-estrutura, permitindo walkthroughs e variados tipos de interactividade visual, por forma a que, neste caso, a decisão de manutenção e conservação tenha uma componente visual bastante real e de fácil compreensão. Veja-se que, na prática, a decisão de substituição de um elemento poderá depender da sua situação no espaço (poderá ser de difícil acesso) ou até da existência de outros elementos com tempo de vida útil similar, que se situam juntos, e que por isso poderão ser substituídos ao mesmo tempo. Em qualquer das análises feitas a componente visual é decisiva. Na realidade virtual esta componente adquire uma potencialidade enorme pois a percepção da realidade é bastante simples e elucidativa, eliminando-se por exemplo as complexidades inerentes aos desenhos bidimensionais comuns.
Para além desta componente visual e interactiva referida anteriormente, um modelo virtual permite a gestão da infra-estrutura, simulando a necessidade de tomada de decisões ao longo do tempo, o surgimento de alertas, aconselhamentos, permitindo a amostragem das características dos materiais utilizados, possibilitando até a sua substituição. Digamos que na prática o modelo virtual funciona como suporte de gestão e interacção.
Por outro lado, a realidade virtual surge como uma solução de integração tecnológica[ii] que possibilita a designers, projectistas, construtores e decisores a análise global de um projecto, a detecção mais fácil de problemas de projecto, representando uma ferramenta favorável à escolha de melhores soluções de concepção. Assim é possível imaginar que um modelo de realidade virtual poderá ser útil desde o início da concepção, devendo aconpamanhar todo o ciclo de vida do projecto e permitindo a integração de todos os intervenientes num ambiente virtual simples e interactivo.Num futuro próximo a realidade virtual funcionará como uma ferramenta de apoio à decisão, simulando o ciclo de vida da infra-estrutura, apoiando o utilizador nas decisões a tomar tanto ao nível do projecto (escolha de materiais a utilizar) como durante a fase operacional da infra-estrutura. A própria demolição poderá ser simulada, permitindo um estudo visual da sequência de demolição.
Ao longo das diversas decisões a tomar, os modelos de simulação da realidade interagem através de alertas e aconselhamentos, elaborando, no final, um relatório de análise económica relativo às decisões tomadas, e abordando as possibilidades de melhoria do plano das decisões.
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sábado, setembro 29, 2007
Rescaldo do 1º Congresso de Contratação Electrónica
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Antonio Aguiar da Costa
segunda-feira, setembro 24, 2007
Contratação pública
domingo, setembro 23, 2007
Tecnologias emergentes



sábado, setembro 22, 2007
Moto-Taxi e Taxi colectivo
A introdução dos serviços táxi-colectivo e moto-táxi em Portugal, sobretudo em Lisboa, vai ser o desafio lançado aos agentes do sector pela organização do Festival Internacional do Táxi. José Manuel Viegas, especialista em transportes e organizador do evento, considera que a introdução destes novos serviços poderá estimular e alargar o mercado, que actualmente atravessa "uma crise". A introdução daqueles novos serviços seria desenvolvida com "relativa facilidade", disse aquele responsável, acrescentando que bastaria um a dois anos para serem "colocados na rua". O tempo que considera suficiente para se trabalhar na evolução da frota, na adaptação da regulamentação e na discussão do tarifário. E explicou "Há bastantes países que têm vindo a introduzir a moto-táxi. Por exemplo, no Brasil, a adopção do táxi-colectivo e da moto-táxi prendeu-se com questões económicas. Em Paris, que já dispõe desta alternativa há algum tempo, os dois serviços permitem às pessoas chegarem a tempo aos seus destinos". No que diz respeito ao táxi-colectivo, José Manuel Viegas defende que a introdução deste novo serviço em Portugal poderá traduzir-se numa excelente oportunidade, a exemplo do que acontece noutros países. 
