quarta-feira, janeiro 30, 2008

Código dos Contratos Públicos já foi publicado



O Código dos Contratos Públicos (CCP) foi publicado esta semana no Diário da República. O diploma, que estabelece a disciplina aplicável à contratação pública e o regime substantivo dos contratos públicos que revistam a natureza de contrato administrativo, foi aprovado pelo Decreto-Lei nº 18/2008, de 29 de Janeiro, entrando em vigor passados seis meses sobre esta data. Contudo, as empreitadas de obras públicas só passarão a ter de ser obrigatoriamente lançadas on-line com carácter obrigatório um ano após a vigência do próprio Código.Este documento, recorde-se, agrega diplomas que estavam dispersos na legislação portuguesa e vem reformar a contratação pública no País, tendo sido, ao longo do seu complexo e demorado processo legislativo, alvo de diversas críticas por parte da FEPICOP-Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas, que não revê em alguns dos seus preceitos nem o tão propalado objectivo do Governo de definir com mais clareza o papel das empresas e do Estado nesse domínio, nem a realidade do mercado do Sector.O regime previsto para os preços anormalmente baixos e para os erros e omissões dos projectos, as regras relativas aos concursos limitados com prévia qualificação, a possibilidade de recurso ao ajuste directo em algumas obras até um milhão de euros, o conceito de preço base e o limite dos trabalhos a mais foram alguns dos aspectos contestados pela Federação durante a elaboração do Código.Atenta a nova realidade que o CCP representa para todos os agentes que com ele terão de trabalhar, a AECOPS está a preparar um conjunto de sessões de esclarecimentos sobre o mesmo, cujo calendário será oportunamente divulgado.
Fonte: Aecops
Decreto de lei aqui

segunda-feira, janeiro 28, 2008

Empresas apostam forte no conceito Second Life

O mundo virtual do Second Life tem verificado um crescimento acentuado nos últimos anos, antevendo as suas potencialidades como plataforma de comunicação e simulação. Prevê-se que este crescimento continue a sentir-se e se desenvolvam cada vez mais funcionalidades e ferramentas direccionadas para este conceito de virtualização da realidade.

É importante que, a par da tecnologia, a sociedade faça um esforço para analisar os benefícios que podem ser gerados através da incorporação deste novo conceito de informação.






A Beta Technologies, empresa portuguesa de «arquitectos do mundo virtual», tem em carteira cerca de 50 projectos internacionais relativos ao Second Life, uma ferramenta que usa a Internet para simular uma vida paralela à real e que conta com mais de 10 milhões de utilizadores. «No Second Life podemos fazer essencialmente os mesmos negócios que fazemos na vida real. Para já, as áreas de negócio que se têm desenvolvido mais são o marketing, o tele-trabalho e as conferências», afirmou Jorge Lima, fundador da Beta Technologies, durante o evento “Mundos Virtuais”, que teve lugar ontem no Departamento de Engenharia Informática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC). O evento, organizado por alunos e professores da FCTUC, reuniu cerca de 40 pessoas e procurou explorar as novas possibilidades do mundo virtual, reunindo especialistas, empresas e público interessado no tema. A empresa Beta Technologies é responsável por dezenas de projectos que chegam de todo o mundo para serem construídos no Second Life. «Já construímos inúmeros edifícios, filmes, eventos, veículos, jogos e muito mais», afirma Jorge Lima.«Um dos trabalhos que realizámos foi a representação de teatros europeus, desde a Antiga Roma até aos mais modernos. Alguns já não existem. O objectivo é auxiliar empresas e universidades que precisam de informação sobre determinados locais», afirmou.«Uma vez um cliente internacional, que vende bombas de água, insistiu para nós criarmos essas bombas de água no Second Life. Queria mostrar como uma bomba de água pode ser colocada em África para auxiliar uma aldeia com 150 pessoas», exemplificou.
O responsável considerou ainda que, tal como na vida real, «a comunicação é um dos projectos mais interessantes e complexos do Second Life».O Second Life utiliza a Internet para criar um ambiente virtual que simula a vida real e social do ser humano. Tal como na realidade, o utilizador pode conhecer pessoas e realizar tarefas lúdicas. Mas o Second Life é cada vez mais uma ferramenta séria de trabalho, que favorece o comércio virtual, a troca de informação e a realização de reuniões e palestras, formando uma rede social virtual completa. Em inglês Second Life significa “segunda vida”, porque cria uma vida paralela à real. No início, o utilizador cria um avatar, o seu alter-ego no mundo virtual. A configuração do avatar é vasta. Constituição física, roupa ou a cor de pele são alguns dados que podem ser escolhidos.Depois o utilizador é lançado no universo virtual, tendo liberdade para construir uma casa, adquirir uma profissão ou simplesmente passar o tempo a comunicar. Milhares de edifícios e espaços virtuais são copiados do mundo real. Este ambiente virtual tem recebido atenção especial por parte das instituições.
A NASA já anunciou que, ainda durante 2008, vão utilizar o Second Life para realizar experiências científicas, incluindo uma viagem à lua, aproveitando o reduzido custo de produção. A universidade de Coventry, Inglaterra, dá aulas de medicina, através do Second Life. O potencial é enorme. Em Portugal, os Da Weasel estrearam um novo trabalho musical no Rock Rendez-Voz existente no Second Life e a Universidade de Aveiro está representada no Second Life desde Maio de 2007. São apenas exemplos de um universo que tem actualmente mais de 10 milhões de utilizadores mundiais, 50 mil são portugueses.

ver aqui.




Lisboa: Concurso ideias para Parque Mayer recebeu 30 propostas

«Foram apresentadas trinta propostas, o que é demonstrativo do interesse das pessoas, já que este foi um concurso aberto», disse à Lusa o vereador do Urbanismo na Câmara de Lisboa, Manuel Salgado (PS).

O júri do concurso, presidido pelo arquitecto Nuno Teotónio Pereira, deverá tomar uma decisão dentro «duas a três semanas», prevê Manuel Salgado, apesar de não existir um calendário fixo para a tomada de decisão.

«Após a decisão, julgo que em um mês teremos condições para apresentar em Câmara os termos de referência para o plano de pormenor«, afirmou o vereador.
Num processo à parte, está igualmente a decorrer o concurso público de engenharia e arquitectura para a reabilitação do teatro Capitólio, conforme o projecto original do arquitecto Cristino da Silva.

«O arranque do plano de pormenor vai coincidir com a escolha da equipa que vai reabilitar o Capitólio», acrescentou Manuel Salgado.
Os projectos apresentados ao concurso de ideias incidem sobre a área que compreende os edifícios do Parque Mayer, do Jardim Botânico, da antiga Escola Politécnica e área envolvente.
No total, são cerca de 14 hectares, numa zona delimitada pelas ruas do Salitre, Nova de São Mamede, da Escola Politécnica, Praça do Príncipe Real, Calçada da Patriarcal, Rua da Alegria, Praça da Alegria e Travessa do Salitre.

Os projectos devem promover a «valorização e dinamização do espaço do Parque Mayer e do jardim Botânico» e prever a «criação de um conjunto de infra-estruturas culturais, complementares do Cine-Teatro Capitólio».
Diário Digital / Lusa
25-01-2008 18:05:00

quinta-feira, janeiro 24, 2008

Adopting BIM for facilities management

A respeito da gestão de edifícios deve salientar-se o contributo do BIM para a integração da informação que acompanha a exploração e manutenção do edifício. Um interface virtual 3D onde o edifício possa ser gerido e toda a informação relativa a ele possa ser armazenada e analisada possui potencialidades bastante grandes, podendo ser certamente um dos catalisadores da crescente adopção do conceito BIM. O formato ifc está na base dos desenvolvimentos.
A este respeito refere-se o trabalho realizado pela Construction Innovation.


Construction Innovation will launch a new industry publication Adopting BIM for facilities management at the Royal Australian Institute of Architects (RAIA) conference in Melbourne, 19-22 April.
The second industry report to be developed from the Sydney Opera House FM Exemplar project series,the report provides a comprehensive overview of the digital modelling research stream of the project led by John Mitchell, principal of the consulting company CQR Pty Ltd and consultant to Construction Innovation's research partner CSIRO, which focuses on the application of Construction ICT, specialising in BIM and open standard model sharing such as IFC.
This research demonstrates significant benefits in digitising design documentation and operational and maintenance manuals and focuses on:
- Re-usability of standardised BIM for FM purposes
- Potential of BIM as an information framework acting as an integrator for various FM data sources
- Flexibility of BIM to cope with business-specific data and requirements
- Commercial FM software using standarised BIM
- The ability to add (organisation-specific) intelligence to the model
- A roadmap for Sydney Opera House to adopt BIM for FM.

Ver mais aqui

quinta-feira, janeiro 17, 2008

Asite Project Workflow wins award for Best Construction Process Management

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Asite and Grosvenor won the IT showcase award 2007 in the Best Construction Process Management category for their exceptional performance on the Liverpool Paradise Street Area (PSDA) Project.

PARADISE STREET CASE STUDY

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Asite was deployed in the early stages of planning, at Grosvenor's request, to enable the project teams to share information during the multiple planning applications. As the project has grown, Asite Project Workflow was implemented in a hierarchical structure whereby a top-level Masterplan Site allowed the overall scheme information to be available to all members of the project team.

As individual Sub-Projects entered detailed design phase, they were given a Detailed Design and Construction (DDC) PWF workspace to facilitate design and delivery, with required information from the Masterplan linked into the relevant DDC site. Adopting Asite in the early stages of the project during Stage C where the volume of the documentation was relatively low and complexity had not yet developed, ensured that document systems were defined and carried through the whole project.
Implementation of Project Workflow enabled the project teams to manage the end-to-end processes more successfully. Adoption of PWF allowed more time to agree to any outstanding protocol issues and for the use of the technology to become habitual prior to the onset of the Stage D phase.

The effort spent in the early phases of the project to ensure that implementation was appropriately structured was key to success and allowed the size and complexity of the project to easily develop within a defined structure.
The flexibility of PWF to accommodate the complexity of the project and to define an appropriate structure was essential in the ongoing management of each phase of development.
The ability to report across multiple repositories facilitated the management of the scheme's complexity in a straightforward and simple manner.


ver mais aqui.

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A respeito da gestão de projectos no sector da construção, julgo que estamos perante um momento de transição que deverá permitir melhoramentos relevantes ao nível da produtividade do sector. As mudanças verificar-se-ão, não só ao nível das técnicas e tecnologias utilizadas, mas também ao nível da própria estrutura de gestão.


A figura de um gestor de projecto global é inevitável, devendo surgir como apoio ao dono-de-obra e ter responsabilidades no planeamento e gestão da cadeia de produção. A visão da produção deve ser integrada e apoiada em tecnologias avançadas de modelação 3D, simulação, gestão do fluxo de informação, ferramentas colaborativas electrónicas e que permitam capacidades de interoperabilidade elevadas. As plataformas web de arquitectura SOA surgem como instrumentos de apoio ao projecto flexíveis e com funcionalidades ao nível da gestão da informação muito potentes.


A empresa apresentada neste texto está, de certa forma, a testar a adequabilidade deste tipo de serviços à gestão moderna. Após alguns anos de desenvolvimento de software técnico com componentes tecnológicas avançadas o sector da construção começa a sentir-se preparado para dar alguma racionalidade a essas tecnologias, no sentido de ser possível integrar a cadeia de produção e encarar a complexidade dos projectos actuais.

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António Aguiar da Costa

quinta-feira, dezembro 27, 2007

Venda de bilhetes da CP

Lisboa-Oriente: Os altifalantes anunciam que os lugares para o Intercidades estão esgotados.

Entro no IC. O lugar ao meu lado está ocupado até Vila Franca de Xira, o resto da viagem (até ao Porto) faço-a sem ninguém ao lado.


Esta situação fez-me pensar um pouco no processo de venda de bilhetes da CP. A questão parece-me pertinente, não deveria existir uma optimização da venda dos bilhetes? Para além das questões usuais como lugares de frente ou de costas, à janela ou no corredor, não deveria haver um outro critério de selecção?

Esta questão tem uma resposta simples, que é a que, efectivamente, o sistema de venda de bilhetes poderia ser optimizado. Um passo simples seria a introdução de uma nova cor no interface de venda de bilhetes. Por exemplo, a verde estariam os lugares livres, a vermelho os lugares ocupados e a laranja os lugares preferenciais. Em termos de optimização estes lugares laranja indicariam os lugares com viagem mais curta adequados à viagem pretendida.
A optimização poderia ser posteriormente mais aprofundada, podendo até calcular-se, a partir das possíveis vantagens da optimização, possíveis descontos nos bilhetes óptimos (especialmente na venda na internet).


António Aguiar da Costa

sexta-feira, novembro 30, 2007

Brisa certifica sistema de gestão da investigação, desenvolvimento e inovação

A Brisa certificou o sistema de gestão da investigação, desenvolvimento e inovação (IDI). Esta certificação garante que a concessionária de auto-estradas tenha uma "metodologia de inovação, orientada para a criação de novos negócios ou processos que potenciem a criação de valor para a empresa", revelou a Brisa.

ver notícia completa em Jornal de Negócios

A este respeito é importante realçar outras empresas que possuem já sistema de gestão da IDI. E esperar que, em termos práticos, estes sistemas signifiquem avanços sucessivos nesta àrea.




segunda-feira, novembro 12, 2007

Sistema de autocarros com rotas mais identificaveis




O autocarros são identificados por um número, suficiente para alertar qual a sua rota aos atentos passageiros que esperam na estação, no entanto, este número possui fragilidades quando está em causa a informação perante qualquer transeunte, ou até uma informação a distância mais considerável. A necessidade de informar qualquer transeunte pode, a meu ver, representar um alerta importante para as potencialidades do serviço.
O que está em causa é a capacidade, por parte do sistema de autocarros, de informar e de se aproximar das pessoas na sua globalidade. Imaginando que um autocarro, em vez de um número pouco perceptível e memorizável, apresenta uma pintura com uma combinação de cores específica, é fácil entender que a chamada de atenção será potencializada. Quando esta combinação de cores começasse a ser identificada por qualquer um de nós, em trajectos que normalmente fazemos, seriamos alertados para a possibilidade de existir um serviço que percorre o nosso percurso normal, situação que julgo que iria surpreender muita gente pois muitos de nós não teve a preocupação de saber se existe algum algum autocarro que faça o trajecto casa-trabalho, por exemplo, e não é através dos números de identificação que se vêem na rua que se faz essa associação.

Nenhum de nós se identificará perante outra pessoa através do seu número BI, e a forma de vestir e de falar é preponderante no efeito produzido sobre a outra pessoa porque dá uma ideia da forma de ser, de agir e até dos próprios interesses. É esta maior proximidade e facilidade de identificação que está em causa. A identificação dos autocarros deve ser mais simples, mais intuitiva e implicar a criação de um maior carisma perante todos. Qualquer transeunte deve, aos poucos, familiarizar-se com os autocarros que se movimentam nos trajectos que usualmente faz para que, de forma gradual e natural, comece a familizarizar-se com a rotas que lhe poderão ser úteis. Este conhecimento gradual é estimulado não pela identificação dos autocarros com números, que dificilmente chamam à atenção ou são dificilmente memorizáveis, mas através de combinações de cores que poderão ajudar as pessoas a fazer as associações necessárias para, aos poucos, perceberem quais as rotas que lhes poderão ser uteis.


António Aguiar da Costa

Livro de Reclamações aplicável ao Sector da Construção


Foi publicado na 1ª Série do Diário da República de 6 de Novembro, o Decreto-Lei nº 371/2007 que constitui a primeira alteração ao Decreto-Lei nº 156/2005, de 15 de Setembro, estabelecendo a obrigatoriedade de existência e disponibilização do livro de reclamações em todos os estabelecimentos onde se forneçam bens ou se prestem serviços aos consumidores.
Trata-se de uma obrigação geral, para todos os fornecedores de bens ou prestadores de serviços que assenta nos seguintes pressupostos: existência de um estabelecimento físico, fixo ou permanente, o contacto directo com o público e o fornecimento de um bem ou prestação de um serviço.
Assim, os estabelecimentos das empresas de construção civil, de promoção imobiliária e de administração de condomínios encontram-se, agora, expressamente abrangidos por tais obrigações, sendo o InCI, IP, a entidade para a qual as reclamações deverão ser remetidas, enquanto entidade responsável pela fiscalização, instrução e aplicação de eventuais coimas e sanções acessórias decorrentes da violação das disposições legais.
O presente diploma entrará em vigor 60 dias após a sua publicação, isto é, no dia 05/01/2008.



ver aqui

sábado, novembro 03, 2007

sexta-feira, novembro 02, 2007

BIM na América

A entidade Americana designada por General Services Administration (GSA) é uma agência independente do Governo Norte Americano, criada para apoiar e gerir o funcionamento das agências federais. A GSA fornece produtos e serviços ao gabinetes governamentais, gere o transporte e o espaço relativo a cada empregado federal e desenvolve políticas governamentais de minimização de custos, entre outras tarefas de gestão. A missão que lhe é atribuida é assim ajudar as agências federais a melhorar o serviço público oferecendo soluções optimizadas, serviços e políticas de gestão que representem a máxima criação de valor (Wikipedia).


BIM na perspectiva da GSA


Em 2003 a GSA estabeleceu o Programa Nacional 3D-4D-BIM. Através dos seus serviços de apoio à construção pública executou mais de 10 projectos piloto, tendo mais de 15 projectos em desenvolvimento, estando ainda a apoiar e suportar o 3D, 4D e o BIM em cerca de 35 projectos em curso espalhados por toda a América do Norte.

É obvio o comprometimento sério da GSA com as novas tecnologias que envolvem o 3D, 4D e o BIM e, consequentemente, os desenvolvimentos são notórios.

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O BIM é naturalmente o principal objectivo deste investimento. A inclusão da informação nos modelos (relembro que BIM significa Building Information Modeling) tornou os modelos computacionais ferramentas importantes para a coordenação, simulação e optimização dos projectos.
Como uma base central de armazenamento de informação e criação de conhecimento o BIM constitui um importante suporte à decisão e uma tecnologia que possibilita uma integração bastante abrangente do projecto, estando nos objectivos da GSA a aplicação efectiva do BIM às diversas fases do ciclo de vida dos empreendimentos, a par de outras àreas de desenvolvimento: faseamento 4D, laser scanning, energia, sustentabilidade, validação de movimentos e segurança.

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Pelas contas que tenho feito o período de tempo que a inovação e desenvolvimento demora a cruzar o atlântico é de cerca de 7 anos. Esperemos que lá para 2010 um investimento deste género também seja feito em Portugal.




quarta-feira, outubro 31, 2007

QREN - Incentivos às empresas



O Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 86/2007, de 3 de Julho de 2007, nos termos em que foi acordado entre as autoridades portuguesas e a Comissão Europeia, estabeleceu uma profunda reforma dos sistemas de incentivos orientados para o investimento empresarial no sentido de assegurar uma maior selectividade na sua gestão e com o objectivo de os concentrar nas prioridades definidas para um crescimento económico sustentado na inovação e no conhecimento.
Com aquela finalidade foram estabelecidos três sistemas de incentivos de base transversal: o Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico (SI I&DT), o Sistema de Incentivos à Inovação (SI Inovação) e o Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME (SI Qualificação de PME). Estes três sistemas de incentivos transversais poderão ser objecto de ajustamento específico em casos de comprovada necessidade para a concretização de determinadas estratégias de desenvolvimento, designadas de "estratégias de eficiência colectiva". No QREN, a estratégia relativa aos sistemas de incentivos para o investimento empresarial é concretizada através da intervenção do Programa Operacional Factores de Competitividade (investimentos de médias e grandes empresas) e dos Programas Operacionais Regionais do Continente (investimentos de micro e pequenas empresas).
ver mais aqui.

Guia de Boas Práticas para Avaliação Ambiental Estratégica (AAE)


Da autoria da Prof. Maria do Rosário Partidário, o "Guia de Boas Práticas para Avaliação Ambiental Estratégica", foi lançado no passado dia 18 de Outubro, pela Agência Portuguesa do Ambiente.
Este Guia destina-se a ser utilizado pelos diversos sectores que em Portugal devem implementar os requisitos legais de avaliação ambiental de planos e programas, estabelecidos através do Decreto-Lei nº 232/2007 de 15 de Junho, que transpõe a Directiva Europeia 2001/42/CE de 25 de Junho.


segunda-feira, outubro 22, 2007

Últimos livros comprados

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Gribbin, John (2005) História da Ciência - de 1543 ao presente, Publicações Europa-América, Lda (tradução Portuguesa)
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Conhecer o desenvolvimento da história da ciência é inevitável para quem quer fazer ciência ou se interessa por ela.

O desenvolvimento das metodologias de investigação são, por exemplo, uma evidência da evolução do processo de fazer ciência, e estão subjacentes a qualquer descoberta ou inovação actual. Hoje em dia existem processos bastante rigorosos e precisos de investigação, facto que outrora era desvalorizado ou inexistente, sendo até muitas vezes influenciado por crenças e mitos, situação hoje em dia fora de questão.

Mas a história da ciência transmite-nos bastante mais informação para além desta. Possibilita, por exemplo, a formação de uma percepção evolucionária da ciência e das suas características complexas, que marcaram as grandes descobertas. A evidência de uma "mão invisível" (tal como Adam Smith percebeu existir na Economia) que surge naturalmente nos maiores enigmas e dificulta a interiorização de uma ciência completamente racional. Existe um equilíbrio inerente aos fenómenos que, talvez, nem sempre será possível definir a sua razão. A este respeito é interessante referir por exemplo a aplicabilidade da lei da potência a inúmeros fenómenos, entre eles à formação de avalanches, à distribuição de terremotos ou até aos crashes da bolsa! (ver mais aqui e aqui).

A história alerta-nos inevitavelmente para o carácter evolucionário da vida e, por isso, da ciência, tal como nos sensibiliza para a auto-organização crítica inerente a essa mesma evolução.

Os próximos livros vêm exactamente no seguimento da temática dos sistemas complexos, o primeiro numa perspectiva de modelação computacional do comportamento social do ser humano (comportamento complexo) e o segundo no âmbito de um aprofundamento dos fenómenos complexos da natureza, questionando a relação complexidade vs simplicidade.
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Miller, John H.; Page, Scott E. (2007) Complex adaptive Systems - An introduction to computational models of social life, Princeton, New Jersey
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Gribbin, John (2005) Deep simplicity: Chaos, Complexity and the Emergence of Life, Penguin Books, England

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quinta-feira, outubro 18, 2007

Inspired by nature

Biomimicry (ou biomimética) é uma ciência relativamente recente que procura imitar a natureza na resolução dos problemas. Assume-se como ciência transversal, abrangendo todo o tipo de áreas científicas.
No campo da programação e sistemas impulsionou, por exemplo, o surgimento das redes neuronais ou os algoritomos genéticos. No seio da engenharia inspirou um inovador sistema de pré-esforço apicável ao processo de construção de pontes, já referido neste blog e por exemplo ao nível da gestão e das organizações tem também alertado para a complexidade dos sistemas e a inevitabilidade de encarar a sua interactividade, dinamismo e auto-organização. Vale a pena estar sensibilizado para esta nova ciência.


ver também TEDtalks

terça-feira, outubro 16, 2007

Conferência europeia sobre eLearning


Decorre neste momento a conferência europeia sobre eLearning (dias 15 e 16 de Outubro), no Centro de Congressos de Lisboa. Existe a possibilidade de se acompanharem as intervenções em tempo real através do site www.elearninglisboa.com (deve seleccionar-se, então, "Transferência em directo" no menú).
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A iniciativa é bastante interessante e estimulará concerteza as plataformas digitais no âmbito da comunicação e aprendizagem nas suas mais variadas vertentes. O desafio é tornar mais "plano" o acesso à informação e aproximar os intervenientes da difusão do conhecimento. Aborda-se ainda o impacto social e económico que poderam ter estes tipos de plataformas, estando elas equilibradas entre a coesão social e a virtualização do ensino.
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O elearning, quanto a mim, deve levantar dois pontos relevantes: um relativo à importância das novas tecnologias e da estratégia que deve ser desenvolvida para a implementação de plataformas electrónicas, que deve abranger uma inevitável análise da metodologia de ensino e relação entre intervenientes, e outro relativo à tentação inerente à excessiva virtualização de todo o processo, que deve ser controlada através de mecanismos tecnológicos.
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Antonio Aguiar da Costa

Conclusão do novo aeroporto voa para 2027 se a opção for Alcochete

2027 pode ser o ano de abertura do novo aeroporto internacional de Lisboa caso o primeiro-ministro, José Sócrates decida construir a infra-estrutura em Alcochete. Ou seja, mais dez anos do que estava previsto para a Ota.
Contas feitas ao programa de trabalhos que a Naer, empresa responsável pelo projecto, tinha elaborado para a Ota, a conclusão que se extrai é que entre o estudo de impacto ambiental (cuja duração é de dois a três anos), estudos complementares e outros, lançamento do concurso, criação de um "lay-out", design e adjudicação da obra, decorreria um período de seis anos.
A construção pode demorar cerca de 10 anos e ainda há que contar com um período de testes, além das ligações ao TGV e da execução das assessibilidades terrestres. E por fim, o Governo teria que submeter a Bruxelas um novo pedido para os fundos comunitários, que foram inscritos a pensar na localização na Ota.
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quarta-feira, outubro 10, 2007

Top Criteria for BIM Solutions

This report captures the detailed results of the survey “Top Criteria for BIM Solutions” that AECbytes conducted earlier this summer on behalf of a leading BIM vendor. It is a comprehensive report that analyzes the inputs of over 650 AEC professionals who took the time to provide their feedback on what they want from BIM.
in AECbytes

A realidade virtual como ferramenta de apoio à decisão, aplicada à concepção e manutenção de infra-estruturas

Um modelo de realidade virtual permite interacções virtuais com espaço e o tempo e também com critérios de decisão, no caso das infraestruturas, materiais a utilizar e respectiva vida útil, fiabilidade dos materiais, tipo de ligação existente entre eles (série ou paralelo), tipo de acções de conservação a levar a cabo e planos de manutenção a implementar. As interacções dentro do modelo virtual são efectuadas através de informação visual, no entanto, é possível a ligação do modelo virtual a algoritomos de cálculo que poderão proporcionar opções mais avançadas de simulação. Neste sentido, a existência de uma ferramenta de simulação e análise, possibilita não só o controlo visual da ocupação espacial da infra-estrutura, mas também o controlo visual do seu estado físico e da relação entre os diferentes elementos que a constituem, que terão características próprias e que funcionarão ou não em conjunto com outros elementos de características possivelmente distintas.
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Num modelo de simulação de apoio à manutenção cada elemento do cenário virtual deve ter associada a informação relativa ao seu estado de desgaste/conservação em função da variável tempo. Deste modo, quando o utilizador, após um determinado período, interage com o modelo virtual, é identificado/visualizado o grau de desgaste previsível do material de cada elemento e assim poder julgar das opções de planeamento que possam ser aplicadas.

A realidade virtual permite que a decisão seja baseada na possibilidade de visualização de toda a infra-estrutura, permitindo walkthroughs e variados tipos de interactividade visual, por forma a que, neste caso, a decisão de manutenção e conservação tenha uma componente visual bastante real e de fácil compreensão. Veja-se que, na prática, a decisão de substituição de um elemento poderá depender da sua situação no espaço (poderá ser de difícil acesso) ou até da existência de outros elementos com tempo de vida útil similar, que se situam juntos, e que por isso poderão ser substituídos ao mesmo tempo. Em qualquer das análises feitas a componente visual é decisiva. Na realidade virtual esta componente adquire uma potencialidade enorme pois a percepção da realidade é bastante simples e elucidativa, eliminando-se por exemplo as complexidades inerentes aos desenhos bidimensionais comuns.
Para além desta componente visual e interactiva referida anteriormente, um modelo virtual permite a gestão da infra-estrutura, simulando a necessidade de tomada de decisões ao longo do tempo, o surgimento de alertas, aconselhamentos, permitindo a amostragem das características dos materiais utilizados, possibilitando até a sua substituição. Digamos que na prática o modelo virtual funciona como suporte de gestão e interacção.
Por outro lado, a realidade virtual surge como uma solução de integração tecnológica[ii] que possibilita a designers, projectistas, construtores e decisores a análise global de um projecto, a detecção mais fácil de problemas de projecto, representando uma ferramenta favorável à escolha de melhores soluções de concepção. Assim é possível imaginar que um modelo de realidade virtual poderá ser útil desde o início da concepção, devendo aconpamanhar todo o ciclo de vida do projecto e permitindo a integração de todos os intervenientes num ambiente virtual simples e interactivo.Num futuro próximo a realidade virtual funcionará como uma ferramenta de apoio à decisão, simulando o ciclo de vida da infra-estrutura, apoiando o utilizador nas decisões a tomar tanto ao nível do projecto (escolha de materiais a utilizar) como durante a fase operacional da infra-estrutura. A própria demolição poderá ser simulada, permitindo um estudo visual da sequência de demolição.
Ao longo das diversas decisões a tomar, os modelos de simulação da realidade interagem através de alertas e aconselhamentos, elaborando, no final, um relatório de análise económica relativo às decisões tomadas, e abordando as possibilidades de melhoria do plano das decisões.
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Antonio Aguiar da Costa
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[i] Rad, Hosein N. and Khosrowshahi, Dr. Farzad, Visualization of Building Maintenance through time, IEEE Conference on Information Visualization ‘97
[ii] Issa, Raja R.A. , Virtual Reality: A solution to seamless technology integration in the AEC Industry?, Berkeley-Stanford CE&M Workshop

sábado, setembro 29, 2007

Rescaldo do 1º Congresso de Contratação Electrónica

O congresso foi bastante concorrido. Cerca de um milhar de pessoas estiveram presentes para constatar a oportunidade deste congresso, realizado após a aprovação do novo código de contratação pública. Este código está completamente direccionado para as novas tecnologias electrónicas, ambicionando abrir portas a maior transparência, concorrência e naturalmente maior benefício para as partes envolvidas, ambicionando posicionar-se no âmbito da teoria jogos com soma positiva.
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A exigência de investimento nas novas tecnologias será inevitável, assim como a obrigatória formação das empresas no novo código de contratação, bastante mais diversificado e completo. Prevejo boas oportunidades de consultoria no apoio à contratação e muita competição para criação de plataformas electrónicas.
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Se por um lado todo o novo sistema de contratação parece bastante moderno e abrangente, por outro, em termos de relação entre intervenientes, o processo poderá tornar-se bastante mais rígido e virtual, visto que todas as regras estão agora protegidas por novas tecnologias que, para muitos, representam uma verdadeira caixa negra.
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Aparentemente foi valorizada a contratação competitiva e por concurso, situação que protagoniza a contratação com informação assimétrica e desvaloriza a aprendizagem inerente a outros tipos de relação como as parcerias, tão em voga em países como a Inglaterra.

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Antonio Aguiar da Costa


segunda-feira, setembro 24, 2007

Contratação pública

Ver Programa detalhado aqui.
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A respeito da contratação electrónica é importante que o esforço não seja apenas no sentido de informatizar o sistema de contratação mas também no sentido de se anaisar de que forma é que as tecnologias existentes permitem melhorar o proprio processo de contratação.
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Mais uma vez o que tento realçar é que as tecnologias não devem ser aplicadas à posteriori por técnicos de informática, devem ser concebidas em conjunto com os especialistas na matéria que poderão ao poucos perceber as potencialidades das ferramentas e assim potenciar a sua aplicação e favorecer o processo.
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Antonio Aguiar da Costa

domingo, setembro 23, 2007

Tecnologias emergentes

Mais alguns passos para a integração total da informação sobre plataforma geográfica 3D.






O passo crucial e mais complexo é transformar a plataforma geográfica tridimensional no suporte virtual de base a todos os estudos de engenharia e serviços.

sábado, setembro 22, 2007

Moto-Taxi e Taxi colectivo

A introdução dos serviços táxi-colectivo e moto-táxi em Portugal, sobretudo em Lisboa, vai ser o desafio lançado aos agentes do sector pela organização do Festival Internacional do Táxi. José Manuel Viegas, especialista em transportes e organizador do evento, considera que a introdução destes novos serviços poderá estimular e alargar o mercado, que actualmente atravessa "uma crise". A introdução daqueles novos serviços seria desenvolvida com "relativa facilidade", disse aquele responsável, acrescentando que bastaria um a dois anos para serem "colocados na rua". O tempo que considera suficiente para se trabalhar na evolução da frota, na adaptação da regulamentação e na discussão do tarifário. E explicou "Há bastantes países que têm vindo a introduzir a moto-táxi. Por exemplo, no Brasil, a adopção do táxi-colectivo e da moto-táxi prendeu-se com questões económicas. Em Paris, que já dispõe desta alternativa há algum tempo, os dois serviços permitem às pessoas chegarem a tempo aos seus destinos". No que diz respeito ao táxi-colectivo, José Manuel Viegas defende que a introdução deste novo serviço em Portugal poderá traduzir-se numa excelente oportunidade, a exemplo do que acontece noutros países.




Dois pontos relativamente aos taxis colectivos:
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1- O sistema de pagamento proposto por José Manuel Viegas, em que a taxação é reduzida a partir do momento em que entra outro passageiro no taxi, não representa quanto a mim um sistema eficaz. Do ponto de vista do passageiro esta medida não é persuasora, no sentido de haver uma maior utilização dos taxis, visto que se não entrar mais passageiros a taxa não se altera. Ou seja, à partida a decisão do passageiro, sob o ponto de vista económico, é feita exactamente da mesma forma que hoje.
2- Em países pouco desenvolvidos e com dificuldades económicas, por exemplo como marrocos, a taxação é feita exactamente como num autocarro. Neste caso concreto, o taxi tem 6 lugares possíveis e cada passageiro paga apenas o equivalente a um lugar.
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Dois pontos relativamente às moto-taxis:
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1- Apresentam vantagens no que diz respeito à rapidez e ao menor impacto sobre a densidade do tráfego.
2- Estão dependentes das condições atmosféricas, assim como os profissionais que as conduzem, e apresentam riscos mais graves de acidente.
Do meu ponto de vista os taxis colectivos podem apresentar vantagem desde que assumam um tipo de taxação diferente do proposto, que garanta logo à partida uma efectiva redução na sua taxa. Relativamente às moto-taxi julgo que a cidade de Lisboa não está preparada para absorver este tipo de veículos com segurança. O Professor José Viegas refere Paris como um exemplo deste tipo de transporte, mas seria interessante referir também que em Paris os veículos de duas rodas de baixa cilindrada estão bastante difundidos sendo uma das formas de deslocação privada mais utilizadas, sendo a cidade uma plataforma de mobilidade mais "amiga" deste tipo e veículo.
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Antonio Aguiar da Costa

sexta-feira, setembro 21, 2007

Licenças de software Autodesk gratuitas para alunos, professores e investigadores

Cooperação UMIC - Autodesk apoia Universidades no âmbito da iniciativa e-U Campus Virtual Lisboa, 3 de Janeiro de 2007 - A Autodesk Portugal e a UMIC – Agência para a Sociedade do Conhecimento IP assinaram um protocolo que envolve a disponibilização de licenças gratuitas de software Autodesk Versão Estudante para utilização nos computadores pessoais de estudantes, pessoal docente e administrativo, e investigadores das universidades e institutos politécnicos abrangidos pela iniciativa e-U Campus Virtual (http://www.e-u.pt/). Esta iniciativa, promovida pela UMIC, abrange quase todas as instituições do Ensino Superior em Portugal e envolve redes de comunicação sem fios, a integração de todo o ensino superior num campus virtual unificado, e a disponibilização de um conjunto abrangente de serviços, conteúdos e aplicações. O protocolo prevê também o acesso a uma série de benefícios que se obterão a partir do momento em que forem autorizados no Portal Universitário da Autodesk (“Student Community & Design Community – http://students.autodesk.com) os domínios das várias Universidades e Instituições.